Depois de 30 anos em que anualmente por 02 (duas) vezes em cada ano, os pecuaristas eram obrigados a vacinar seu rebanho bovino contra a Febre Aftosa, veio a grande vitória em 2023, quando a vacinação deixou de ser obrigatória nos estados brasileiros.

Em 2023 aconteceu a retirada da vacinação contra Febre Aftosa, um papel fundamental para os pecuaristas em Mato.

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), unidade de Juara através da médica veterinária, Dra, Ana Luiza explicou como se deu a retirada da imunização e o encerramento oficialmente da Campanha.

A doença, que trouxe impacto financeiro na pecuária brasileira e passou a ser erradicada por etapas até que em Mato Grosso, e a vacinação do rebanho iniciou-se a partir de 1992, e que foi determinante para o combate à doença.

Para ganhar um novo status sanitário de ser livre de febre aftosa sem vacinação, foram feitos diversos estudos com coleta de e soro de vários bovinos e enviados ao Laboratório de alta capacitação técnica, onde foi detectado que o vírus não está mais circulando, e diante da ausência viral comprovada, não tem porque o produtor ter gasto.

A veterinária, Ana Luiza disse que a febre aftosa é uma doença infecciosa aguda,  de curta duração, cerca de 02 a 03 semanas, e essa zoonose pode ser causada por 07 sorotipos diferentes.

Os animais mais suscetíveis a essa doença são os bovinos, ovinos, suínos e caprinos.

Os principais sintomas da febre aftosa são as aftas e úlceras na boca e pés de animais de casco fendido, mas, é importante ressaltar que cada espécie pode apresentar indícios diferentes, e por essa razão, é importante estar sempre atento a todos os sinais, conforme disse a veterinária, Ana Luiza.

Ela explicou que nos bovinos, a febre aftosa normalmente vem acompanhada de:

Febre;

Inquietação;

Tremores;

Salivação;

Redução da produção de leite;

Dor ao ordenhar ou amamentar;

Dificuldade de mastigar e engolir;

Emagrecimento.


Fonte: Radio Tucunaré/ Acesse Noticias /Soan de Barros